Sessão de Relato de Caso


Código

P03

Área Técnica

Banco de Olhos

Instituição onde foi realizado o trabalho

  • Principal: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Secundaria: Universidade Federal do Piauí (UFPI)

Autores

  • MAURICIO MARTINS VILARINHO MARINHO RAMOS (Interesse Comercial: NÃO)
  • RAFAEL SILVEIRA FEITOSA (Interesse Comercial: NÃO)
  • Vinícius Araújo do vale (Interesse Comercial: NÃO)
  • Daniel Amorim Leite (Interesse Comercial: NÃO)
  • Daniel Vitor de Vasconcelos Santos (Interesse Comercial: NÃO)
  • Ulisses Moreira Silveira Andrade (Interesse Comercial: NÃO)
  • Daniel Cunha Elias (Interesse Comercial: NÃO)
  • Pablo Thiago Valentim (Interesse Comercial: NÃO)
  • Luana Arcoverde de Castro Silveira (Interesse Comercial: NÃO)

Título

COMPARAÇÃO DA RUGOSIDADE DE ENXERTOS CORNEANOS PREPARADOS PELAS TÉCNICAS DMEK, DSEK E DSAEK, UTILIZANDO MICROSCOPIA DE DESFOCALIZAÇÃO, MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA E PERFILOMETRIA ÓPTICA

Objetivo

Analisar e comparar, quantitativamente e qualitativamente, a superfície dos enxertos de córneas humanas, preparados através das técnicas DMEK (Descemet Membrane Endothelial Keratoplasty), DSAEK (Descemet Stripping Automatic Endothelial Keratoplasty) e DSEK (Descemet Stripping Endothelial Keratoplasty), por meio da microscopia de desfocalização (MD), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e Perfilometria Óptica (PO).

Método

As córneas foram divididas em 5 grupos: DMEK, DSEK 1, DSEK 2, DSAEK 1 e DSAEK 2. Após a preparação das córneas, foi realizada a análise da superfície através da MD e obtiveram-se os índices de rugosidade 1 e 2 para cada amostra selecionada. Posteriormente, foi realizado o preparo para o estudo através da MEV, sendo utilizadas as imagens obtidas nas ampliações de 20x, 350x e 1000x. para a análise qualitativa. As imagens com ampliação de 350x foram divididas em 3 grupos: grupo 1 (superfície rugosa), grupo 2 (superfície intermediaria) e grupo 3 (superfície lisa). Já para o estudo quantitativo, foi utilizada a imagem com escala de 350x. As amostras utilizadas para a PO foram as mesmas usadas para a MEV, obtendo-se índices de rugosidade média e rugosidade média quadrática.

Resultado

Não foram encontradas diferenças quanto a rugosidade da superfície do enxerto entre as técnicas (DMEK, DSAEK e DSEK) através da MD. Na análise subjetiva da rugosidade à MEV, houve boa correlação entre os observadores, com diferença estaticamente significativa apenas entre a técnica DMEK e as demais. Na análise quantitativa através da MEV a superfície dos enxertos preparados para DMEK foram consideradas mais lisas em relação às demais (P < 0,05). Na PO, a única diferença significativa foi entre a técnica DMEK e as demais.

Conclusão

A técnica DMEK associou-se à enxertos corneanos mais lisos que as demais técnicas para transplante endotelial á avaliação pela MEV e PO, técnicas que podem ser úteis para análise da rugosidade dos enxertos preparados para transplante endotelial.

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